Salão de Tóquio – Motos Verdes ou “ecologicamente corretas”

Tóquio – No Japão a necessidade de diminuição dos níveis de poluição e também de tráfego são levadas a sério pelos fabricantes locais de veículos de 2 ou 3 rodas.

A recessão mundial ficou clara devido à pequena quantidade de veículos expostos em relação às outras edições do Salão de Tóquio, mas este salão sem dúvidas ficou marcado como o que apresentou a maior quantidade e variedade de veículos “alternativos”.

As tradicionais Honda, Yamaha, Suzuki e Kawasaki como sempre compareceram em peso, com diversas opções elétricas expostas em seus stands, estas as verdadeiras atrações destas gigantes das motocicletas.

A Honda surpreendeu a todos apresentando seu protótipo elétrico de corrida A Honda RCE… Enormes freios da Brembo, pneus de competição em aros de 17 polegadas, chassi de alumínio e carenagem integral dão uma pequena idéia do potencial desta super moto elétrica da Honda…

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Bicicletas?

A bicicleta é inegavelmente um elemento muito importante na sociedade atual. Seja pela facilidade em se locomover em cidades cada vez mais engarrafadas, seja por opção a uma vida mais saudável,  cuidados com o meio ambiente ou simplesmente por economia…

Introduzida no início do século XIX, a bicicleta muito evoluiu, apesar de pouco mudar na sua estrutura base. Tendo como primeira função o transporte, desde cedo mostrou seu enorme potencial. Hoje estima-se que exista mais de 1 Bilhão de bicicletas no mundo, as bicicletas são o principal meio de transporte em muitas regiões, ferramenta de trabalho de muitos e um elemento recreativo/desportivo para outros. O seu grande impacto na sociedade é óbvio. É ainda importante salientar que muitos dos componentes essenciais ao desenvolvimento do automóvel foram criados originalmente para a bicicleta e depois adaptados aos automóveis.

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A moda agora é customizar bicicletas

Alteradas, feitas sob encomenda ou montadas com peças de marcas diferentes, as bicicletas também podem ser únicas. Importada dos Estados Unidos e da Europa, essa moda chegou a São Paulo graças ao trabalho de alguns proprietários de pequenas oficinas. Os integrantes da turma customizam, projetam e montam modelos a partir de componentes produzidos por eles ou vindos de fora, como o desejado banco inglês Brooks, que é feito a mão e se adapta ao corpo do ciclista. Apesar dos preços (a brincadeira começa na faixa de 1.000 reais), eles não estão dando conta da quantidade de encomendas atuais. “Há dois anos, eu entregava dois pedidos por mês”, afirma Igor Miyamura, que constrói quadros e trabalha em Ibiúna, a 70 quilômetros da capital. “Hoje, entrego quinze.” Quem o procura precisa aguardar até dois meses para receber a peça. “Nos dias que antecedem as férias, o movimento fica ainda maior”, diz o artesão.

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