Kit Elétrico Bicimoto com Baterias de Lítio – Instalação e Avaliação

Desde que a Bicimoto anunciou em sua página de e-commerce os novos kits elétricos de 350 e 500 Watts equipados com pack de baterias de Lítio comecei a me coçar… Já havia experimentado uma bicicleta elétrica com baterias de chumbo ácido, mas com um pack de baterias de Lítio nunca… O primeiro passo foi encomendar o kit…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta parte como sempre foi fácil. Com 10 ou 12 cliques no site de e-commerce da Bicimoto e a compra estava feita. Só me restou entrar de hora em hora no site dos Correios para acompanhar o número de rastreamento de meu kit… Me senti como uma criança que fica dando voltas em torno da árvore de Natal tentando adivinhar o conteúdo dos embrulhos.

O kit chegou menos de 48 horas após a compra… Menos mal…

INSTALAÇÃO:

Caixa aberta (muito bem embrulhada) e uma rápida conferia nos itens do kit…

 

 

 

 

 

 

 

 

Estava tudo lá…

Pack de bateria de Lítio, bagageiro com o suporte para a bateria, motor, raios e niples,  aro 26 (não aparece na foto), carregador Bi-volt, par de manetes de freio com o acionamento do sistema regenerativo de carga, par de manetes de borracha sendo o direito o acelerador eletrônico e a controladora um manual básico sobre a alimentação do pack de baterias e um par de chaves. O manual de instalação ilustrado eu fiz download no site da Bicimoto.

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Quer saber como funcionam as bicicletas elétricas?

Apesar do enorme sucesso das bicicletas elétricas  muitos ainda tem dúvidas sobre seu funcionamento,  rotinas de manutenção, carga e também a durabilidade das baterias.

Mas vamos começar Pelos tipos de instalação do motor que podemos encontrar nas bicicletas elétricas. Hoje encontramos bicicletas com motor dianteiro, traseiro, conectado diretamente ao eixo traseiro, conectado diretamente ao pedivela.

 

 

 

 

 

 

O posicionamento das baterias que alimentam o motor elétrico também pode mudar de modelo para modelo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O posicionamento das baterias varia muito mais em função do fato de ser um kit ou uma bicicleta elétrica montada. No que toca a dirigibilidade o posicionamento do pack de baterias pouco influi.

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A evolução das bicicletas elétricas

Em 1890, o departamento de patentes dos Estados Unidos recebeu inúmeros pedidos de registro de patente para bicicletas elétricas. Por exemplo em 31 de Dezembro 1895 Ogden Bolton Jr recebeu a patente de número  U.S. Patent 552,271 que era relativa a uma bicicleta elétrica com motor de 6″ que podia extrair até 100 amperes de uma bateria de 10 Volts. Este modelo não contava com marchas e era extremamente rústico. Acabou reconhecida oficialmente como a primeira bicicleta elétrica da história.

Os sensores de torque e aceleradores eletrônicos que conhecemos hoje foram desenvolvidos e patenteados apenas em 1990.

Existem registros de que a fabricação de bicicletas elétricas cresceu entre 1993 e 2004 mais de 35%.

Já em relação às bicicletas normais os registros de 1995 apontam queda acentuada em relação aos mais de  107 milhões de unidades que haviam sido comercializadas no ano anterior. E esta queda foi a primeira registrada na história.

Muita coisa mudou (mesmo) de 1895 para cá… As baterias de chumbo ácido começaram a dar lugar a baterias de tecnologia mais avançada e “limpa” como NiMH (Níquel Metal Hidreto), NiCd (Níquel Cádmio) e/ou Li-íon (Íons de Lítio). Tempos menores de carga, maior autonomia, maior durabilidade, menor peso e ausência do efeito de “memória de carga”.

Exemplo de uma bicicleta elétrica da década de 90…

 

 

 

 

 

 

 

Aqui uma bicicleta elétrica de 2012…

 

 

 

 

 

 

 

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