“Empresário e um professor pardal”. É assim que a corretora de seguros Patrícia Sadalla Collese identifica seu pai, Felício Sadalla, de 83 anos, metalúrgico. Mesmo com seis filhos para criar, ele encontrava tempo todos os dias para buscar uma nova ideia e melhorar a qualidade de vida das pessoas.
Há 32 anos, em um desses momentos de procura, ele estudava o desenvolvimento da China e chegou a uma conclusão: São Paulo vai parar. “Ele disse isto para nós e ficamos espantados, porque não tínhamos esta visão naquela época”, conta Patrícia.
Mesmo sendo uma conclusão louca e fora de contexto na época, ele deu um passo ao futuro. Foi a um ferro velho e montou uma bicicleta elétrica com uma bateria de avião e um motor elétrico retirado de um caminhão.
Mas não foi só isso, ele queria mesmo era que todos tivessem esta conscientização. “Ele disse: eu me recuso a andar de carro, eu tenho que chamar a atenção das autoridades, porque quando parar, São Paulo tem que estar preparado.” E isso a 32 anos atrás…

Sr. Felício Sadalla









